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quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Cibercultura - Os ídolos da internet


A música é sem dúvidas a maior fonte de cultura que uma era pode ter. O som de uma época é a marca de sua personalidade, se quer conhecer uma geração, ouça suas bandas. Não precisamos ir muito longe para achar a era regada de Madonna e Cyndi Lauper, ou mais perto ainda, Spice Girls, Britney Spears, etc.
Toda geração é conhecida pelos seus ídolos, é difícil pensar em uma época sem lembrar das bandas e artistas que fizeram sucesso, pelo contrário, os ídolos são os seus cartões de visitas. E a era da internet não é exceção, não é preciso procurar muito para achar as web-bandas e celebridades. Um exemplo grande seria o próprio Justin Bieber, o contraditório cantor teen, que hoje é uma das celebridades mais conhecidas mundialmente, “nasceu” na internet, assim como a maioria das web-celebridades, postando covers de suas músicas favoritas. Mas como a cibercultura já encontrou o seu lugar ao sol, as estrelas da internet já não precisam sair da web para serem reconhecidos. Como o sucesso de um ídolo é feito pelos seus fãs, basta que um Fandom se firme na própria internet, para que o artista ganhe o reconhecimento merecido, mesmo que o “mundo real” não ouça suas músicas na novela das oito.
E se você acha que os internautas não têm força o bastante para levantar um ídolo, pense de novo, por que existem vários artistas que nasceram na web, e fizeram sua carreira sem sair dela. Por exemplo o cantor irlandês Bribry, que começou a fazer música no Youtube, e hoje já possui três EPs lançados: Grow, Missadventure e Us, e 355.783 inscritos no seu canal. Ou a cantora britânica Emma Blackery, com 82.721 inscritos e dois EPs: Distance e Perfect. Ou sucessos mais explosivos como o do vlogger Australiano Troye Sivan, que mal lançou o primeiro EP, TRXYE, e já fez sua aparição na revista TIME como um dos 25 jovens mais influentes de 2014.
A internet já provou o seu poder, nós nos comunicamos através dela, nos informamos por ela, nós praticamente vivemos nela. E a cultura foi apenas uma consequência, por que as “crianças alienadas que não saem do computador” já mostraram faz tempo que pixel é arte, e inteligência é byte.
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terça-feira, 18 de novembro de 2014

CIBERCULTURA X UNDERGROUND

                      Cibercultura em relação à cultura underground

Com o barateamento e diminuição física dos computadores, no final da década de 1980, a internet se popularizou e foi um grande intensificador da globalização, deixando de ser utilizada apenas para trocas de informações e processamento de dados e passando a ser utilizada também tanto em atividades comerciais quanto na comunicação interpessoal, em webjornais, blogs, e em novas formas de interações sociais.
Esse avanço tecnológico foi um grande passo para a sociedade em que vivemos hoje. Qualquer pessoa que tenha um dispositivo eletrônico com acesso à internet consegue conversar, mandar mensagens, criar textos, acessar as redes sociais, entre outras infinitas possibilidades de uso. Sendo assim, muitas pessoas adquirem maior facilidade em fazer parte de um grupo social, mesmo que seja virtual, pois há muita comunicação entre esses grupos, e pela internet são organizados vários eventos, encontros, protestos e etc.
No caso da cultura underground, pode ter sido uma forma mais fácil dos indivíduos deste universo interagirem entre si, já que eles não seguem nenhum padrão oferecido pela mídia e por terem modos diferentes de agir e de se vestir, o que em algumas vezes lhes causam constrangimento ao saírem na rua devido à resistência da sociedade em aceitá-los.

Desta forma, surge um novo âmbito virtual caracterizado pela conectividade generalizada, instantaneidade e pela capacidade de estar ao mesmo tempo em toda parte chamado: cibercultura, em que qualquer indivíduo pode, a qualquer momento, emitir e receber informações em tempo real e de partes diferentes do planeta, de modo que possibilita, por exemplo, a interação de culturas de uma pessoa que está aqui no Brasil e de outra que está lá no Japão.


Querendo quebrar estereótipos e não seguindo regras impostas pela mídia hegemônica, por meio da cibercultura, os adeptos da cultura underground sentem-se cada vez mais livres para expressarem suas opiniões e ideais, uma vez em que são completamente diferentes da maioria na sociedade, não só onde moram, mas também no mundo todo através de um simples clique no mouse.


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segunda-feira, 17 de novembro de 2014

O grafite na Cibercultura



A cibercultura trouxe ao grafite uma expansão de ideais, pois o alcance da arte através de blogs, fotologs, facebook e sites dá liberdade ao artista de eternizar todas as suas obras feitas e reuni-las onde todos podem ter acesso independentemente de tempo e espaço. A arte que talvez estivesse fadada a desaparecer com o tempo pelo espaço (urbano), hoje tem sua memória preservada pela acessibilidade da web.
As redes sociais em torno do grafite estão inscritas nas condições de tribos urbanas, estando diversificadas através da pós modernidade, se convertendo em um elemento estético e um modo de ser e ver o urbano na sociedade contemporânea, tornando-se uma outra forma de ultrapassar a linguagem formal da arte, que seria somente considerada no "ali" e "agora". Permite inclusive um alcance global, levando o artista a um outro patamar de reconhecimento através de uma simples postagem, de forma a dar liberdade aos envolvidos de trocar experiências, técnincas e novas descobertas.
A interação não se aplica somente no espaço urbano, quem viu, vê e verá, por exemplo, as fotos de um grafite. Algo que já se tornou desterritorializado pelos meios de comunicação de massa e migram para uma forma muito mais veloz e dinâmica. Porém, as mídias digitais não conseguem captar a essência na hora da execução do trabalho, que é algo único para quem está dentro do projeto, sendo algo singular e uma qualidade particular,  que é significativo para a arte de rua e aquele que a faz.

O grafite se deve ao território como marca de uma "tribo" onde a conquista de novos espaços urbanos e digitais trazem uma nova realidade e um novo contexto para as mesmas conquistas territóriais, cujo espaço e tempo diferem do meio original que é a rua, passando a ser um novo modo de diálogo e forma de interação desta arte ao público. E o fato de buscar novos lugares para grafitar também ganha proporção, projeção e criatividade, sendo uma arte híbrida, moderna e embarcada na cibercultura de forma indeterminada.
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domingo, 16 de novembro de 2014

De Vinil a Virtual: A cena musical e a cibercultura


   Atualmente é impossível pensar em um mundo sem tecnologia. A população está dependente de seus aparelhos telefônicos. Mas essa massificação trouxe alguns problemas e algumas vantagens ao cenário musical.
   Cada vez mais, menos CD’s são vendidos isso é um fato, agora é mais prático apenas fazer e ouvir no computador, celular ou tablet na hora em que quiser. Não existe mais o prazer de ir à loja e ter o produto real em suas mãos; ver o encarte, colocar o som no aparelho e deixar rolar já não é mais uma prática comum. As gravadoras e artistas tiveram que se adaptar ao fluxo para sobreviver. Como grupos de rock dos anos 80 que estavam no mercado há anos, acostumados a um modelo específico, agora têm que agradar seus fãs mais antigos e também atrair uma nova geração. Como por exemplo a banda U2 que lançou recentemente um cd, e liberou o download do mesmo pelo iTunes vendendo mais de 28 mil unidades.
   Mas, por outro lado, para o público essa mudança fez bem. Com a disponibilização online de todo o conteúdo, mais pessoas passaram a ter acesso aos trabalhos realizados e assim ficam mais conhecidos e mais fãs são adicionados. As redes sociais, e principalmente o YouTube, são os principais meios de divulgar esse conteúdo. Ali você consegue encontrar vídeos, informações sobre o artista, encontrar pessoas que curtem a mesma música que você e compartilhar para quem ainda não conhece. 
   Com toda essa facilidade criada, uma geração completamente nova, que nem sonhava em nascer na década de 1980 tem como gênero favorito o rock nacional daquela época, sem nunca ter vivido aquele tempo ou nem ter um exemplo na família. Esse jovem fala com tanta paixão que é como se estivesse estado lá, e é por meio de vídeos antigos que o som sobrevive, e conseguir encontrar pessoas com o mesmo gosto é uma forma de se encaixar e se encontrar. 
   Para tudo existe um pró e um contra, o que para alguns é fundamental para outros é dinheiro perdido. Tudo está mais fácil, mais rápido e com uma qualidade melhor. Como ainda é nova, as pessoas ainda estão se ajustando a à cibercultura,  porém, ela já é uma realidade, e não tem como voltar atrás, a tendência é ela evoluir cada vez mais.  
   Apesar do avanço das novas tecnologias e com a disponibilidade de inúmeros selos na internet, é uma variedade de lojas de vinil, lp e cd muito grande. Nessa última sexta-feira (16/11), fomos visitar a galeria do rock e aproveitamos e passamos na famosa loja de independentes dos anos 80, antes uma produtora, hoje a Baratos Afins é a pioneira na venda dos títulos mais queridos de todo o rock nacional e internacional. Nós tivemos a honra de conversar com o cara que manda tudo nisso, o grande Carlos Calanca, essa semana disponibilizaremos um trecho dessa conversa em nossa página.

Você perdeu?! Assista:



E aí galera, é com o coração apertado que nós nos despedimos de vocês nesse último post, por isso, trouxemos para você uma reflexão importantíssima. O que será da cena musical com o avanço da tecnologia?! Vocês possuem alguma opinião sobre? Comente aqui para nós os prós e os contras. E não se esqueçam, o nosso encontro em nossa fan page: BRock80. Curta lá e acompanhe as novidades de perto a finalização dess projeto maravilhoso. Foi um prazer estar esse tempo com vocês. Bom começo de semana, bom final de ano e quem sabe nos encontramos por ai! 

Confira o vencedor da promoção CAMISETA TRECHO ROCK!


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sábado, 15 de novembro de 2014

História Body Modification



Body Modification é a arte de modificar o corpo da maneira que quiser, sendo ela realizada com piercings largos (alargadores), tatuagens sem tintas (escarificação) mudanças na cor dos olhos, enxertos de pele, línguas bifucardas e dentes lixados.
 
A modificação corporal existe a milhares de anos, criou-se a suspensão na Índia, arte de tatuar na Oceania, perfurações na Ásia e escarificação na África, essas tribos foram descobertas por marinheiros europeus no século XVI, eram vistas pessoas que partilhavam desta arte como marginais. 

Na década de 60 as tatuagens ganham espaço na cultura oriental e passam a ser mais populares, já os piercings só ganharam espaço dez anos depois trazidos pela cultura punk. Já na década de 90 o body modification passa por várias etapas consideradas extremas, nas modalidades conhecidas, as principais características das modificações corporais se separam em quatro fases:

1°: A Tatuagens sem tintas (escarificação) é uma modificação permanente do corpo e consiste em fazer desenhos na pele com cicatrizes. Geralmente, são feitas com bisturis que cortam a pele dando forma aos desenhos. Esta prática de escarificação foi usada por muitas razões e em muitas culturas diferentes.
Escarificação  
2°: Já a tatuagem nos olhos trata-se de uma injeção de tinta no globo ocular (branco dos olhos) e essa prática curiosamente não é recente. A tatuagem de córnea tem quase dois mil anos e era comum no final do século 19 e no início do século 20. Mesmo com os avanços e as tecnologias atuais, essa modificação é a menos recomendável, pois o globo ocular pode adquirir com facilidade cicatrizes ou outras doenças, por ser uma área bem sensível.
Injeção de tinta no globo ocular
3°: A Bifurcação  é efetuada na ponta da língua, que  sofre um corte deixando  parecida como uma língua de cobra. Essa modificação é bem antiga e vem desde o império bizantino,quando servia como uma espécie de punição. O processo dessa modificação é cirúrgico e com o tempo é possível mexer as duas partes ao mesmo tempo.
Bifurcação na língua

4°: E, por fim, enxertos de silicone, um processo também cirúrgico. A maioria das pessoas que procura fazer este processo de modificação coloca enxertos na testa para dar a forma estrutural de um chifre.
Enxerto de silicone na testa - Chifre
Sendo assim, o eu parece deixar de ser o comum entre a interioridade e a exterioridade para tornar o máximo denominador comum de uma cultura que tem se submetido a todas as formas de inovações, agora não mais baseado em discurso e sim, na “linguagem dos corpos”. O eu interior sobrevive naquilo que as pessoas gostariam de ser. Quem fala agora é a pele, que reflete as projeções de uma cultura voltada para o espetáculo, e a moral das sensações.

 

 
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